Vem mais transição por aí…

despedida dju

Já faz algum tempo que tenho sonhado em fazer um intercâmbio. Depois que me formasse o plano era fazer viajar pelo mês de Maio/16 para poder dar tempo de me organizar e começar a pagar tudo. Porém veio a crise pra acabar com minha felicidade. Dólar auto, euro alto e a libra então nem se fala. Meu objetivo sempre foi viajar para Londres, pelo fato de ser encantada pela cidade e também pela cultura deles. Mas pensei em possibilidades de ir pra Dublin, Austrália e até Canadá, pois eram os lugares aonde poderia trabalhar mesmo tendo o visto de estudante. Foram longos meses pesquisando. Blogs e mais blogs com dicas, vídeos de quem já fez intercâmbio e contato com várias agências de viagens fazendo cotação. Realmente, intercâmbio em época de crise é MUITO caro. Fiquei um pouco triste quando fui em uma reunião com minha mãe numa agência e ela me disse que não tinha como me ajudar pois o custo de vida fora é muito alto.

Comecei então a pesquisar bolsas de estudo pra qualquer lugar do mundo aonde eu pudesse falar inglês e fazer uma pós-graduação ou mestrado. O meu único empecilho foi o de ter uma nota do IELTS ou TOEFL, prova de proficiência na língua aonde deseja estudar ou morar. (em uma outra postagem explico mais detalhadamente o que é) Lá fui eu (e a Valentina) pra SP fazer a prova do IELTS, aproveitamos pra visitar nossa tia Letícia que mora lá já faz um tempo. Confesso que não me preparei muito para a prova, deveria ter me empenhado mais, minha nota foi 5, para entrar no mestrado eles exigem 6,5…

Fiquei muito decepcionada comigo mesma, afinal o preço para realizar a prova não é nada barato (R$700), fora as passagens né. Mas nunca que isso seria um empecilho para mim. Continuei pesquisando mais bolsas que aceitassem o meu 5 na nota do IELTS, comecei a fazer minha carta de intenções e solicitar pros meus professores as cartas de recomendaçāo que as faculdades exigem para tu poder ser aceita. A Tássia (minha melhor amiga e por tabela professora de inglês) estava me ajudando com a criação e tradução das cartas.

Foi então que a AIESEC surgiu no meu feed de notícias como uma publicação patrocinada (ironia número 1: aprendi sobre esse tipo de ad no facebook essa semana na pós). No caso o anúncio falava sobre o programa Talentos Globais, intercâmbio para trabalhar fora em Start ups na área de Marketing. Apenas que P-I-R-E-I!! Os pré-requisitos eram: ser recém formado ou estar estudando na área; ter experiência de no mínimo 6 meses; e inglês intermediário/avançado. Óbvio que já cliquei no botão cadastrar. Assim que entrei no site, reparei que já havia ouvido falar nessa ONG, aí que vem a ironia número 2, pois quando ia na psicóloga no final de 2014, havia comentado com ela meu sonho de viajar e fazer intercâmbio depois de me formar, e ela me indicou a AIESEC!

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Em duas semanas eles entraram em contato comigo me informando que meu cadastro havia sido aprovado por eles e que precisaríamos marcar uma entrevista por Skype, pois a unidade da AIESEC que está me atendendo é a de Santa Maria. Fiz a entrevista semana passada com o Matheus e a Bianca, muito queridos! Me perguntaram sobre como sou, onde estudei, se já fiz trabalho voluntário e como gostaria de ser no futuro… Tudo isso no máximo uns 30 minutos. Depois que finalizamos eles criaram meu login na plataforma de vagas deles. Parece um Linked In, porém totalmente voltado para as vagas do Talentos Globais ou do Cidadão Global. (vou criar um post falando só sobre  a AIESEC ok? Assim explico detalhadamente o que eles fazem)

 

No momento estou me cadastrando pra várias oportunidades abertas para trabalhar na area de Marketing/Design pelo mundo inteiro. Confesso que estou MUITO empolgada com a possibilidade de alguns meses estar trabalhando fora do país. Vamos torcer os dedos e colocar pensamento positivo! Me desejem sorte ♥

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Um dia de modelo: Book Color Blocking

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Daí tua amiga diz: “DJULIEEEE PRECISAMOS FAZER UM BOOK COM ESSAS TRANÇAS!” Quê?! Tá louca né, eu respondi. Mas na verdade curti bastante a ideia. Pois então no final de semana marcamos de fazer as fotos. A Haisa iria produzir e a Vick fotografar. O objetivo era fazer um book Color Blocking, bem colorido, bem despojado na rua, utilizando os grafitis urbanos como background das fotos. Mas infelizmente o tempo fechou. Choveu praticamente o final de semana inteiro e no domingo (dia que marcamos para as fotos) o tempo continuou feio. Decidimos então fazer as fotos no apartamento da Haisa mesmo.

Me maquiei em casa antes de ir pro ap dela, já que estava com a sobrancelha tinindo de linda aproveitei pra deixar bem destacada com o iluminador da Vult que comentei. Levei na mochila umas quantas roupas que a Haisa me pediu para usarmos no book. Chegando lá enquanto a Vick não chegava, fomos ajustando o figurino. A Haisa tem uma parceria com a Mellina Collection, uma loja de roupas feminina aqui da Zona sul de Porto Alegre.

 

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Espero que tenham gostado, porque eu AMEI!

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Sobrancelhas em destaque

DJUCAS

Já fazia um bom tempo que não estava satisfeita com minhas sobrancelhas. Parei de mexer nelas a fim de fazer a definitiva com uma profissional totalmente capacitada para isso. Foi aí que minha colega de trabalho me falou que tinha ido fazer as sobrancelhas na Thaís. Me marcou na postagem no insta com o antes e depois dela e GA-MEI! Liguei para marcar minha sobrancelha com ela mas tinha um pequeno probleminha: só tinha horário para o final do mês. Já estava dois meses sem mexer na sobrancelha, mais um não ia fazer tanta diferença não é mesmo? Ok, deixei marcado e solicitei que se caso alguém desistisse me avisasse pelo Whats app.

Ao colocar as braids percebi o quanto meu rosto ficou em destaque e óbvio que a sobrancelha também. Cada dia mais tenho caprichado na base, no batom e pintado a sobrancelha para parecer tudo bem uniforme. Mas dava pra ver claramente que a coisa tava tenebrosa. Um mês depois enfim chegou o dia tão esperado para deixar minha sobrancelha descente. O bom que o endereço era bem pertinho do meu trabalho e pude ir caminhando bem tranquila para chegar no horário. Subi até o 3º andar e fui suuuper bem recebida pela secretária da Thaís (que no caso é a mãe dela). Ficamos ali conversando na recepção enquanto a Thaís terminava a cliente anterior. Quando enfim chegou a minha vez nem acreditei. Ela é muuuito divertida, alto astral e engraçada. Me deixou super a vontade e sem medo algum de fazer minha primeira depilação com linha. Após tirar foto do antes, limpar, desenhar e enfim tirar todo o excesso de pelos lá estava minha sobrancelha linda, maravilhosa e definida.

O trabalho da Thaís realmente vale MUITO a pena. Além de deixar a sobrancelha do jeitinho que eu queria, ela me deu dicas de como pentear, preencher e iluminar elas todos os dias antes da make. Utilizamos a caneta da Quem Disse Berenice para preencher lá na hora, mas acabei preferindo comprar o Quarteto de Sombra da Dailus que depois vi ela usando no snapchat. O toque final com o Lápis Iluminador da Vult foi o que mais me deixou impressionada. Saí de lá e fui correndo na Panvel comprar o meu! Um dos tutoriais que mais indico para ver como fazer o preenchimento com a sombra é este aqui, e o acabamento com o lápis iluminador este. Em média cada um custa R$25,00. Como disse o lápis comprei na Panvel e o Quarteto na Belshop, mas acredito que na internet deva ter até por mais barato.

Quarteto para Sobrancelhas Dailus Iluminador Vult

Para quem quer marcar uma hora com a Thaís é só entrar em contato pelo celular ou Whats app mesmo. O único problema é que por ela ser tãaaao concorrida tu só vá conseguir horário para ser atendida daqui um mês e meio no mínimo. Mas como disse antes, vale muuuito! Recomendadíssima.

 

☎ Whatsapp (51) 99078238 | Snapchat 👻 thaisdjustina
Rua Felipe Neri, 320 sala 304 – Porto Alegre/RS

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Penteados com as Box Braids

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Há quem diga que usando as tranças já acordo pronta. Nem sempre querida. Nesses poucos dias me acostumando com essa nova vida, aprendi alguns penteados simples e essenciais pra alternar durante o dia a dia. No início minha principal meta era fazer o (adorado) coque. Mas quem foi que disse que é fácil? Tentei umas mil vezes e todas tentativas foram falhas. Fiquei #chateada porque pensei que o problema justamente era o comprimento das minhas tranças que estão até a altura dos seios. Vi diversos tutoriais no youtube, onde elas tinham as braids até a cintura quase e todos ensinavam da mesma maneira. Daquele jeito não tava dando. Desisti por uns dias e fui usando o coque apenas com as tranças de cima e deixando atrás solto. Descobri como fazer alguns outros penteados mais simples, prendendo apenas poucas tranças da frente.

10 dias trançada e cada dia me amando mais 💕 #boxbraids

Uma foto publicada por Djulie Ferreira (@djulieferreira) em

 

Eis que chegou o dia que não me conformei que não conseguia fazer o coque. Fui pro google. De link em link, mil blogs, páginas e vídeos no youtube até que enfim encontrei um que parecia ser mais fácil. Uma (amada) blogueira de Portugal, com o mesmo comprimento de tranças que eu, fez um vídeo de como ela fazia o coque. Utilizando um elástico para prender o cabelo, uma faixa e grampos. Lá fui eu no shopping comprar todos esse arsenal que por incrível que pareça não tinha em casa. (grampos e borrachinhas por aqui somem que nem par de meia!) Ao chegar em casa fui fazendo exatamente como a blogueira ensinou no vídeo e TCHARÃAAAAAAAM. EU CONSEGUI! Quase tive um ataque. Tirei mil fotos, postei no snap, postei no insta, mandei prazamiga, se desse mandava até pro Papa! Fiquei muito feliz, mas tão feliz que dormi de coque para aproveitar o próximo dia 🙂

 

só queria mostrar meu coque, mas a espinha se sobressaiu

Uma foto publicada por Djulie Ferreira (@djulieferreira) em

A maioria dos penteados acredito já ter feito, tirando uns mais elaborados, óbvio. Tem outros que acredito só conseguir fazer quando trocar as braids e colocá-las mais compridas. Uma coisa que percebi olhando no pinterest as fotos de outras meninas de trança, foi que diferente delas eu tenho MUITA quantidade de trança, e isso acaba atrapalhando bastante na hora de prender um simples rabo de cavalo por exemplo. Mas já conversei com a Ita sobre e na próxima ajustaremos isso.

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Box Braids na transição capilar

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Então, deixa eu contar como foi a minha saga de 8h(SIMMM OITO HORAS) para colocar as tranças semana passada.

Após minhas pesquisas nos blogs e horas assistindo vídeos das diversas youtubers com tranças que existem, marquei com minha personal hairlist, Itanajara Almeida (Ita para os íntimos) que iria tirar o megahair em um sábado depois do almoço. Então decidi acordar cedo, mesmo com chuva em pleno sábado, para ir até o centro de Porto Alegre comprar o cabelo sintético Jumbo. Mas como assim dju?

Calma, vamos partir do princípio: O QUE SÃO AS BOX BRAIDS?

“As tranças sintéticas ou box braids, são tranças feitas com material sintético, geralmente Kanekalon ou Jumbo, trançadas junto com o cabelo natural. Você pode encontrar de várias cores e vários tamanhos. Vai depender do seu gosto e do material que utilizar. Em geral, o material não é caro. Dá pra encontrar num preço bem acessível na internet.

Elas são a melhor forma para quem quer entrar em transição (para de usar química). Ao contrário do que muitos pensam, elas não danificam os fios, caso ainda esteja com química ele ira quebrar (apenas as partes com química).”

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“As tranças estão fazendo a cabeça da mulherada e dos homens também, mas a tendencia das box braids não é de agora, ela vem lá dos anos 90, uma das celebridades que aderiram a elas foi a Janet Jackson, irmã do nosso eterno rei do pop, Michael Jackson.”

No caso, aqui em POA fui na loja Empório do Cabelo comprar o Jumbo, que conforme fui pesquisando sempre recomendaram ser mais leve que Kanekalon e também deixar a textura menos brilhosa. A atendente me mostrou as cores disponíveis e escolhi a “mais clara” que tinha lá, no caso é um castanho médio-claro (não sei se existe esse nome). Comprei 2 pacotes de 365g o que deu o total de R$151,00.

Fui para o Itanajara Fashion Hair pelas 13h e ao chegar lá começamos tirando o meu megahair. Chegou um momento que eu disse “não tenha dó, pode cortar todo ele, o propósito é eliminar a química e voltar com o crespo, então não tem problema cortar”. Uns 20 minutos depois fomos enxaguar e hidratar a raiz antes de começar a trançar. Foi quando eu me olhei no espelho, sem mega, de cabelo bem curtinho que eu me emocionei. Ali estava meu Big Chop (BC). Meu corte de toda progressiva e toda porcaria que já coloquei no cabelo para alisá-lo. Pensei: “não to nem acreditando que isso tudo tá se realizando, vai ter preta de volta aos cachos sim!!”. Até que me gostei de cabelo curto, um estilo completamente diferente de tudo que já fiz, mas acho que saberia lidar. Quem sabe na manutenção das tranças não fico usando curtinho por uns dias?! É de se pensar…

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Foram 8h. Oito longas horas sentada tomando um chá de cadeira para trançar todo o cabelo. Já estava inquieta olhando no relógio e perguntando pra Ita a todo momento se faltava muito. Usei os dois pacotes de jumbo inteirinhos e ainda faltou cabelo para as quatro tranças finais. Só que como tudo nessa vida, no final tudo deu certo. De cara ao me olhar no espelho me AMEI. Joguei umas tranças pro lado pra faze tipo uma franjinha mas elas não paravam quietas. Deduzi que aos poucos o cabelo ia se ajeitando e iria poder fazer váaarios penteados estilosos, principalmente o coque ♥

(pode deixar que vou fazer uma postagens só de penteados que já fiz e pretendo fazer)

Enfim, esse foi o relato de como foi colocar as tranças.  No início pareceu incômodo, senti o peso pois não estava acostumada com elas, mas depois que cheguei em casa, fiz uma baita make e tirei as primeiras fotos oficiais de trança e disse: ESSA NÊGA TÁ UM ARRASO! Ao publicar a foto no facebook recebi uma explosão de comentários positivos, elogios e likes de pessoas que nem imaginava. Foi bom pro ego, foi bom pra auto estima, foi bom pra minha auto aceitação de tranças. Acho que nunca na vida (tirando o dia da minha formatura) fiquei tãaaaao feliz e emocionada por ver as pessoas super me apoiando e me dizendo o quanto tudo aquilo estava combinando comigo, com minha personalidade e com meu jeito de ser. Cada dia que passa as braids parecem que já estão comigo há séculos. Tenho me sentindo mais feminina, mais estilosa e principalmente tenho chamado muito mais atenção por onde passo. Realmente foi (mais) uma escolha certa na minha vida.

 

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Fontes & Imagens:

Cacheia
Com Que Trança Eu Vou
Pinterest

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Inspiração e influência

Ontem enfim dei início ao meu projeto cacheia e comecei minha transição junto as famosas tranças Box Braids. Mas Djulie, da onde tu tirou essa ideia louca de tirar o mega hair e colocar tranças?! Senta aí que o enredo é longo.

Toda essa história começou por causa de uma amiga (muito especial) chamada Simone. Há meses ela vem me mandando links de blogs, recomendando vídeos e me falando sobre gurias que voltaram com o cabelo crespo fazendo a tal TRANSIÇÃO. Mas, o que é isso?

Transição Capilar é o período em que a mulher deixa seu cabelo natural crescer da raiz até que atinja um comprimento ideal para o chamado big chop (ou BC), o “grande corte” que tira todas as pontas lisas. As mais corajosas decidem raspar o cabelo ou cortar bem baixinho, deixando crescer tudo novo!”

A Si me enviou o vídeo da Jout Jout com uma blogueira crespa falando sobre o tema “Quando você assume sua identidade”. E foi assim que conheci a Ana Lídia do Apenas Ana. Vasculhei todo o canal de no youtube e a cada vídeo assistido fui me convencendo de que deveria fazer a transição. E lá se foram horas de vídeos, postagens, fotos de gurias na transição e enfim decidi: ok tá na hora de eu encarar essa.

 

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Confesso que há um tempo atrás, nunca me imaginei tirando o mega e usando o cabelo curtinho. Estava pensando até em comprar um cabelo crespo na próxima manutenção para colocar. Mas o problema todo era que já não estava mais me sentindo bem de megahair. O cabelo estava criando nós, a raiz estava alta e todo dia caia tufos e mais tufos de cabelo no chão, na cama, no banho, por tudo! Além de que o mega já havia quebrado muito meu cabelo e de qualquer forma teria que usar ele maria-joão caso quisesse voltar com o crespo. Pensei muito na minha auto-estima,  no que os outros iam falar e em como minha imagem iria mudar. Foi aí que comecei uma grande pesquisa sobre negras em transição com cabelos curtinhos. O-K. Enlouqueci. Pirei. Achei puro luxo, estilo e glamour. Apenas disse pra mim mesma: QUERO!

 

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A verdade é que comecei a refletir sobre tudo que aquilo iria implicar. Eu decidi me aceitar quando olhei pra dentro e me questionei: quais são minhas raízes? Qual minha raça? O que eu defendo? Como vou ser uma negra empoderada se ao menos aceito meu cabelo da maneira que ele é? O “problema” (na verdade não foi um problema e sim outra solução) foi quando continuei pesquisando sobre transição e encontrei no blog Cacheia o seguinte título em uma postagem: “Tranças na transição capilar“. Foi neste exato momento que conheci as Box Braids. Na verdade, já tinha duas amigas no facebook que usavam as braids, achava legal mas nunca havia me chamado a atenção.  A minha musa Beyoncé sempre usou elas diversas vezes e sua última aparição com as braids foi no clipe de Formation (onde o lacre foi real). Entrei no pinterest para pesquisar mais fotos de mulheres trançadas e foi aí que começou o ataque de pins. Enfim abri os olhos e achei uma solução diferente, estilosa e saudável para meus cabelos crespos crescerem sem química.

 

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Pesquisei muito, falei com minha cabeleireira Itanajara e após voltar de São Paulo (fui fazer minha prova do IELTS) já estava comprando o cabelo sintético para no outro final de semana enfim colocar minhas braids. Não queria me estender muito, então no próximo post vou falar detalhadamente sobre as Box Braids e junto a isso, passo a passo de como foi colocá-las.

Espero que gostem!

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Fontes & Imagens:

M de Mulher
Cacheia
Com Que Trança Eu Vou
Pinterest

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Meu cabelo, minhas regras!

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Oi gente!

Meu primeiro post, apenas para deixar registrado o dia que resolvi mudar e voltar as minhas raízes. Aos poucos vou fazendo postagens sobre meu cabelo, o que vou fazer para transitar e inclusive voltar aos cachos. O objetivo do blog é justamente registrar minha transição capilar dando dicas, respondendo dúvidas e, claro, contanto um pouco da minha rotina.

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